Dia Mundial da Saúde: por medidas urgentes em nosso setor

Em plena crise, ainda vermos o volume de desperdício em todos os âmbitos chega a ser desumano. Para se ter uma ideia, em 2017 cerca de R$100 bilhões de reais foram desperdiçados, isso significa 20% da verba total gasta com a saúde pública e privada no país, segundo a Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP). Os responsáveis deste desperdício gigantesco são erros médicos, exames desnecessários, excesso de consumo de materiais e fraudes, que por sua vez também passam por processos de gestão equivocados

Não à toa, a tecnologia, e especialmente a automação, tem se tornado uma grande aliada do sistema de saúde, suportando demandas com mais  precisão e segurança para todos os envolvidos.

Mas é importante frisar que quando falamos em automação, não estamos excluindo o fator humano, até porque eles estão tanto no processo de implantação e gerenciamento das tecnologias, como na ponta final, no relacionamento cada vez mais premente e estratégico com o paciente.

Sim, porque cada vez mais o paciente tem participação ativa no seu atendimento, interagindo e cobrando as instituições e dos prestadores de serviços, e pedindo autonomia no processo de decisões de seus tratamentos.

Como um representante da logística hospitalar, vejo o quão essencial ela se torna para a coleta, organização e disponibilização de dados, produtos e serviços para os gestores, impactando diretamente na melhor resolutividade e atendimento das demandas dos pacientes.

Estamos na era da automação, mas também de pacientes mais engajados para o atendimento de suas necessidades básicas de saúde, em que datas como esta se tornam símbolo para todos eles, e para todos os prestadores de serviços, para a tomada de decisões assertivas e básicas para mais que nossa sobrevivência.


Data da notícia: 10/04/2018

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