Chatbot na Saúde Suplementar


Chatbot na Saúde Suplementar

 

Mais uma vez venho falar de Inteligência Artificial por aqui.

Mesmo achando que a saúde suplementar está engatinhando e começando agora a considerar a tecnologia como aliada, vejo uma matéria da Saúde Business sobre chatbot e pude verificar que estamos devagar, mas caminhando melhor e com mais segurança em investir na tecnologia, que existe a nosso favor.

Penso que não há como fugir dessa realidade. Dentre muitos serviços que são utilizados via internet, o chatbot facilita o atendimento prestador x usuário, e isso pode ser um diferencial no segmento de saúde.

O chatbot é um programa de computador que simula uma conversação como se fosse um ser humano, tendo como objetivo responder às perguntas feitas pelos usuários como se fosse uma pessoa. Esse programa facilita as interações, e como tem respostas parametrizadas, permite responder instantaneamente à determinadas perguntas ou afirmações que os usuários fazem.

Essa tecnologia já está auxiliando operadoras de saúde na marcação e desmarcação de consultas, entre outras solicitações, através de rede social. Os beneficiários cadastrados com contas ativas no Facebook da operadora, por exemplo, podem se utilizar desta ferramenta. O sistema de resposta funciona em tempo real, agilizando e facilitando o autoatendimento. A autorização online para certos procedimentos também já está sendo utilizada, trazendo mais comodidade e segurança ao beneficiário e aliviando nos problemas de administração e gerenciamento rapidamente solucionáveis.

Além dessas facilidades, os chatbots podem fazer parte do trabalho de triagem de pacientes, direcionando-os para o atendimento correto, renovar receitas, pagar contas, entre outras soluções. A intenção da ferramenta não é a substituição de pessoal, mas auxiliar no atendimento do dia-a-dia e liberar as equipes de tarefas repetitivas e focar nas atividades estratégicas.

A adoção da ferramenta ainda possui resistência, principalmente entre os idosos, e envolve também a questão da privacidade dos dados dos pacientes, exigindo um maior cuidado em não colocar em risco os referidos dados pessoais. Mas aos poucos e corrigindo as falhas, buscando melhorias e aperfeiçoamento, a tecnologia vai conquistando cada vez mais o nosso segmento.

Camila Antonelli
Consultora
Strategy 


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Data do artigo: 22/11/2018